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Porto Velho, 17 de outubro de 2021 - 11h29
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Assassinado embaixador italiano na República Democrática do Congo

Foi uma tentativa de sequestro que ocorreu por volta das 9 horas de segunda-feira 22 de fevereiro, na República Democrática do Congo, custando a vida do embaixador italiano Luca Attanasio, um carabineiro de trinta anos, Vittorio Iacovacci, e uma terceira pessoa, provavelmente o motorista do veículo. Os rangers do Parque Nacional da Virunga revelaram a matriz da emboscada, realizada por milicianos armados ainda desconhecidos. O Chefe de Delegação da União Europeia também estava a bordo do comboio.

Nenhuma escolta

O comboio no qual Attanasio estava viajando ia da cidade de Goma para Rutshuru, mais ao norte, para visitar uma escola do Programa Mundial de Alimentação. A estrada, anunciada pelo PMA em uma nota, era considerada segura e o grupo não foi acompanhado pelas forças de paz da ONU em missão em Monusco no país.  O ataque não foi reivindicado e o governo de Kinshasa informou que “fará de tudo para descobrir quem está por trás deste terrível assassinato”.

A confirmação do Ministério do Exterior italiano

A Farnesina, o Minisério do Exterior italiano confirmou a dramática notícia. Uma “imensa tristeza” foi expressa pelo Ministro das Relações Exteriores Luigi Di Maio. O único diplomata italiano em Kinshasa, o Embaixador Attanasio, nasceu em Saronno, em 1977, e havia se formado em administração de empresas na Universidade Bocconi, entrando para a diplomacia em 2004. Teve precedentes experiências em Berna, no Consulado Geral em Casablanca e depois em Abuja, na Nigéria, era embaixador na República Democrática do Congo desde setembro de 2017. Era considerdo um dos embaixadores mais jovens do mundo.

Em uma entrevista de 2019, por ocasião da XIII Conferência dos Embaixadores e Embaixadoras da Itália, na Farnesina, o Embaixador Luca Attanasio falou sobre a grave epidemia de Ebola no Congo, na época declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “emergência de saúde pública e interesse internacional”, que ainda não está sob controle.

Fonte: Vatican News

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