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Porto Velho, 22 de janeiro de 2022 - 4h40
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Grande preocupação da Santa Sé com a crise no Afeganistão: respeitar os direitos humanos

Para a Santa Sé, o “diálogo inclusivo” representa “o instrumento mais poderoso” para alcançar o objetivo da paz. O representante vaticano no escritório da Onu em Genebra, na Suíça, exorta todas as partes “a reconhecer e defender o respeito à dignidade humana e aos direitos fundamentais de cada pessoa, incluindo o direito à vida, a liberdade de religião, o direito à liberdade de ir e vir e de reunião pacífica”. E lança um apelo a toda a comunidade internacional a “passar das declarações à ação”

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A Santa Sé continua acompanhando “com grande atenção e profunda preocupação” a evolução da situação no Afeganistão e renova o apelo lançado pelo Papa Francisco em 15 de agosto para “rezar ao Deus da Paz para que cesse o barulho das armas e para que seja encontrada uma solução à mesa do diálogo”.

Foi o que reiterou na manhã desta terça-feira, 24 de agosto, o encarregado de negócios da Missão permanente da Santa Sé junto ao escritório da ONU em Genebra, na Suíça, e outras organizações internacionais na cidade helvécia, monsenhor John Putzer.

Falando na 31ª sessão especial do Conselho de Direitos Humanos, o representante vaticano exortou todas as partes “a reconhecer e defender o respeito à dignidade humana e aos direitos fundamentais de cada pessoa, incluindo o direito à vida, a liberdade de religião, o direito à liberdade de ir e vir e de reunião pacífica”.

Comunidade internacional passe “das declarações à ação”

“Neste momento crítico – acrescentou – é de vital importância apoiar o bom êxito e a segurança dos esforços humanitários no país, com um espírito de solidariedade internacional, para não perder os progressos alcançados, especialmente nas áreas da saúde e educação.”

Segundo a Santa Sé, o “diálogo inclusivo” representa “o instrumento mais poderoso” para alcançar o objetivo da paz. Por fim, o apelo a toda a comunidade internacional a “passar das declarações à ação”, acolhendo os refugiados “com espírito de fraternidade humana”.

Fonte: Vatican News – LZ/RL

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